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A RESPONSABILIDADE DO HOMEM EM AGENCIAR A VIDA

A RESPONSABILIDADE DO HOMEM EM AGENCIAR A VIDA

No caminho encontramos pedras, galhos, espinhos,
árvores floridas, frutos.
Cada um de nós tem que alcançar a significação do estar
naquele caminho, do viver os sofrimentos e as alegrias do
processo evolutivo.
É interessante a força das nossas relações.
Como tudo na Terra é móvel, estamos permanentemente
em mudanças. Fazendo e deixando de fazer, compondo e
descompondo, construindo e desconstruindo, operamos
a fluição do tempo, transformamos a ocupação dos
espaços.
Na nossa intimidade estamos sempre com pensamento
vivo, nunca para, nem no sono.
É o espírito em contato com o Cosmos.
Nesta visão, há revisões importantes que se manifestam
no nosso cotidiano.

Que interessante, há dias que somos radiantes e alegres
como o sol.
Outros, penosos, difíceis, chuvosos.
Nos transformamos pela quietude e pelas indagações.

A força do nosso ser é implicativa, na recepção, no
tônus e no impacto com os nossos sentidos em face
do meio.
Às vezes confundimos, erramos, caminhamos em
vielas, em desvios. Não devemos nos enganar, nunca
voltamos. A marcha é para frente
Num determinado lugar, alcançaremos o caminho
que procuramos.

Há em nós, quando encarnados, a consciência
corporal que se manifesta nas formas físicas, no
nosso rosto, nas nossas mãos, na força do nosso
caminhar.
Na complexidade, na observação do que somos,
sempre descobrimos o que queremos ser.
Confundimos muitas vezes com as temáticas da
matéria, que é frágil e absolutamente terminal.
Esquecemos que devemos fazer prontidão para
o espírito, para o nosso ser profundo, que na
composição de ser é eterno.

Temos consciência de que somos sempre o fruto de
todas as experiências.
Viver é ser, eternamente ser, para vir a ser, numa
maximização onde nunca deixamos de ser.

Texto extraído do livro
A essencialidade da minha consciência, em 28 de agosto de 2015

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