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NA INTERPRETAÇÃO CRÍTICA DO MEU SER

NA INTERPRETAÇÃO CRÍTICA DO MEU SER

No movimento contínuo de ser, onde as interações
se fazem em todos os sentidos, deparo-me com a
razão.
Há surpresas no que recebo de informações.
Ainda, por mais maduro que pareça estar no
processo do auto conhecimento, não aprendi
a perguntar ao meu próprio ser a razão, o
significante e o significado da inteligência, da
memória, da alma, do corpo, do espírito, da
matéria.

Sinto que sou livre, pois penso livremente.
E o pensamento representa a vida. Ninguém
poderá detê-lo.
A cada segundo percebo a sua expansão.

Sinto que sou, sem saber descrever o que sou.
Há tantas mudanças, interpretações, alegrias e
sofrimentos, que interpretá-las fica difícil.
No entanto, num ritmo crítico de vida, contento-me
com pequenas alegrias, mesmo sabendo que
potencialmente posso ser mais feliz.

Todos os dias me observo, mesmo não percebendo
que assim o faço.
Nesta observação estou sempre descobrindo as
fragilidades, a coragem, e assim consigo fazer
discernimento nas grandes marchas evolutivas da
Terra.

São tão diferentes os momentos, os segundos, as
horas, no entanto, no sentimento de ser crio uma
unidade, conseguindo com alguns esforços me
alcançar.
No alcance, nas surpresas de me enxergar, faço
a consciência de que preciso muito compor
autoconhecimento.

Não posso perder a capacidade da esperança, de
algumas ilusões plausíveis, para poder alcançar a
realidade plena do que sou e do que estou vivendo.
Como é interessante a afirmação, de dentro para
fora, do ser em uma expressão crítica de perceber
sempre que ser expressa por inteiro a minha vida,
os meus sentimentos, pensamentos, as minhas
linguagens, o meu fazer, o meu saber, assim,
percebo que sou por inteiro o ser que, na sapiência
da inteligência, se revela no intrincado e complexo
mundo da evolução.
Texto extraído do livro
A essencialidade da minha consciência, em 04 de Setembro de 2015

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