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O HOMEM, A LÓGICA, O PENSAMENTO PARALELO

O HOMEM, A LÓGICA, O PENSAMENTO PARALELO

Reencarnado na Terra, em uma família afetiva, economicamente
abastada, deram-me amor, ensinaram-me a alegria e conduziram-me
a alcançar o protocolo dos diversos segmentos da lógica
dominante.

Procurei ser o pensamento, a expressão do que sentia e pensava.
Quando eu voltava a ler, não me bastava. Sofria a decepção de
perceber que estava aquém da realidade.
A luta para fazer o certo mostrava-me a dúvida e o envelhecido.
Havia censuras fortes contra as margens do pensamento.

Em alguns momentos, sentia vontade de abandonar todo sentido
crítico do intelecto. Parecia-me congelado, triste e enfadonho.

Quando descobri o pensamento paralelo, a imaginação e a mente
concipio alcancei um mundo de construção.

Passei rapidamente a compreender que quando
materializava o certo, era na moldura do novo.
Que todos os dias havia em mim os fractais, os lampejos,
do novo e a coerção do velho.

O meu pensamento flutuava entre os dois campos.
Predominou em mim a extraordinária compreensão do
pensamento paralelo.
Busquei, pela intuição, a realidade que entendia existir.
Alcancei em alguns segmentos.
Não desisti.

Impus a mim mesmo a disciplina de, no silêncio, fazer
valer o sentimento criativo do pensamento paralelo.
Na graduação do crescimento etário, do conhecimento
acadêmico, do envelhecimento, busquei as teses
históricas, as linhas críticas das ciências sociais e do
direito.

Dediquei-me à cultura popular, busquei a lógica, a
filosofia, as letras, a filosofia. Escrevi, me iluminei de
dentro para fora. Fiz a compreensão da imortalidade e da
eternidade.
Na descoberta grandiosa de sentir meu ser, senti o
Creador.

No pensamento paralelo descobri a força, a dinâmica, o
impulso, da renovação e da vitalização do espírito.
Sou a vida, a evolução, o filho do Creador que procura o
permanente processo de constituir o novo na verdade.

Texto extraído do livro
A essencialidade da minha consciência, em 13.MARÇO.2015

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