[kads group="topo-1"]


O HOMEM NA HISTÓRIA – A TERRA

O HOMEM NA HISTÓRIA – A TERRA

Quando reencarnamos, encontramos a cultura
que ajudamos a construir.
Lutamos, sofremos, amamos. Alcançamos
a vida adulta, procuramos compor o
conhecimento e o pensamento.
As lides da Terra falam em posse, em gozo, em
riqueza, poder, eficiência, ganhos.
Há em nós um profundo sentido humano.

Quando somos abatidos pela dor da
ausência de um ente querido, percebemos a
transitoriedade dos valores da matéria.
No entanto as pressões materialistas são
intensas.
Já não falamos mais com a natureza, vivemos
no isolamento do cimento armado.

Temos a percepção que nascemos e
morremos.
Agasalhamos o medo, a vaidade, o orgulho.
São verdadeiras tempestades que todos os dias
alteram a nossa conduta.
Olhamos para os lagos, os rios, o ar. Percebemos a poluição.
Como o bastão tem duas pontas, temos consciência do que
representa para nós não cuidarmos da casa em que moramos.

A natureza na sua força de reorganizar, recebendo os benefícios da
luz solar, está sempre recompondo.
Quando olhamos para uma fresta, uma greta, onde surge uma
plantinha que floresce, percebemos a luz da vida, a dignidade do
ser.
No entanto, estamos desprovidos dos recursos da nossa própria
vida para entender que compomos todo magnífico patrimônio da
vida na Terra.

Nos esforçamos para decodificar, para viver o oxigênio que nos
faz vivo. No entanto, são tantas as atribulações e tão intensas as
pressões dos centros urbanos que procuramos, no abandono do
nosso próprio ser, esquecer que há possibilidade de sermos felizes
com a natureza. Negando a vida, a natureza, negamos o nosso
próprio ser.

Através de uma metáfora, a antropoética vem nos mostrar como o
homem está se limitando pelo processo materialista. Ele pode ser
comparado a um pássaro numa gaiola, pendurado e abandonado
à margem de um rio, que morre sem poder obter o que poderia
estar ao seu alcance, água e comida, se não houvesse a limitação
da gaiola.
Que triste perceber que o homem se enclausurou no dinheiro, no
poder, na glória, procurando eliminar a luz do espírito e morrendo
asfixiado pela própria toxina que criou.

Texto extraído do livro
A essencialidade da minha consciência, em 07 de agosto de 2015

Compartilhe: