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O MEU SER, A LIBERDADE

O MEU SER, A LIBERDADE

Nos caminhos evolutivos da Terra encontramos alegria, dor,
felicidade e sofrimento.
Há em cada um de nós uma grande preocupação em resolver,
pela inteligência, o que nos causa expectativas ou danos.

Movimentamo-nos em todas as frentes.
Reencarnamos com a consciência do desencarne.

É difícil compreender o sentido crítico da separação.
Há momentos que pensamos que não suportaremos mais
alcançar o dia seguinte.

Há em nós um extraordinário poder de reorganização.
Nos transes mais duros, difíceis, como a separação pelo
desencarne, passamos a compreender que um processo de
renovação toma conta da nossa vida.

Estamos sempre indagando, buscando, procurando
compreender.
As explicações que fazemos ao nosso próprio eu são frágeis.
O corpo, a matéria, na sua fragilidade, pela imposição da dor,
nos mostram a precariedade e a temporariedade.

Custamos a compreender que nada perdemos,
estamos sempre aprendendo.
É interessante, parece até que estamos sempre com
um lenço na mão para enxugar as lágrimas das
despedidas.

Difícil, tenaz, doloroso, mas sempre eficiente, são as
provações.
Temos consciência que é um dever mantermos a
alegria, o sorriso, o prazer.
É a significação da vida, a sua extensão em toda a
Terra.

Descobrimos a extraordinária pertinência e
eficiência humana. Cada homem, cada geração,
construindo o futuro.
O conhecimento é um rio que não para nunca de
correr para o oceano da sabedoria.

Os dias passam, fazemos a composição das
datas, envelhecemos. Na maturidade, na velhice,
alcançamos respostas mais satisfatórias.
O desespero já não nos toma conta.

Quando nos espiritualizamos, abrimos o nosso
mundo para a vida.
Conseguimos compreender o Creador.
Na expressão legítima de viver, somos os filhos do
pai, que substancialmente somos a fé.

Texto extraído do livro
A essencialidade da minha consciência, em 17.ABRIL.2015

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