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O uso do Poder

O uso do Poder

Como nos relacionamos com o poder? Buscamos o poder? Ou essa condição não é tão importante em nossas vidas?
As respostas são, sem dúvida, individuais. Culturalmente ainda colocamos o poder sobre as outras pessoas  como um dos objetivos na vida, seja em função da posição que ocupamos em organizações, da condição financeira, da beleza física, da capacidade de expressar-se, da popularidade.
O poder nessas condições pode nos trazer a sensação de controle, de conforto, de que as questões estão resolvidas. Se temos seguidores, se podemos comprar, se conseguimos influenciar… então tudo está bem. Será? Penso que vai depender do uso que estamos fazendo de nossas fontes de poder.
Estamos usando nossas fontes de poder para promover aspectos positivos? Bons exemplos, geração de emprego, mensagens construtivas, promoção do ser humano, preservação da vida… Se assim estivermos fazendo, o resultado tende a ser socialmente bom.
Mas interiormente, qual “poder” deveríamos buscar? Quem sabe pudéssemos pensar no poder de superar a si mesmo mais facilmente, trazendo mais efetivamente para a prática as verdades alcançadas. Com isso alcançaríamos muito mais ações no sentido da ética, do respeito, do amor ao próximo e a Deus.
O alcance interior também permite reavaliar a importância e a promover o bom uso de outras fontes de poder culturalmente constituídas e aqui exemplificadas, tendo por base aspectos como a sua transitoriedade, a igualdade entre os espíritos, a passagem temporária do espírito pela Terra, a perenidade dos valores espirituais.
O poder sobre si mesmo promove a evolução, a realização, como consequência traz a felicidade, a serenidade, a paz.
Nelson José Wedderhoff

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Sobre o Autor

Nelson José Wedderhoff

Nelson José WedderhoffEngenheiro Eletrônico; Professor Acadêmico na Faculdade Doutor Leocádio José Correia (FALEC); Coordenador de Grupos de Estudos Espíritas; e Conselheiro Editorial da revista SER Espírita.

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