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Os fins, os meios e a moral

Os fins, os meios e a moral

Evoluir faz parte do processo de existir. Evoluiremos sempre e, claro, segundo nossas ações. Assim, é natural que com o tempo se fortaleça em nós a determinação em “realizar”, em mudar, em “fazer acontecer”, como se diz.
Passamos a ver mais claramente o que queremos fazer e partimos para a ação. Entretanto, ter a clareza dos “fins” que desejamos alcançar é parte do processo; outra parte importante é ter consciência sobre o “como” vamos chegar nos nossos objetivos. Ou, quais serão os “meios” que vamos utilizar para isso. E esta visão é bem abrangente, pois estamos falando de tudo o que fazemos cotidianamente.
O pensamento, nossas expressões verbais e escritas, nossas escolhas no trato com familiares, com colegas no âmbito profissional, com outras pessoas ou organizações em outras áreas de nossas vidas, representam ações no caminho da construção e alcance dos nossos objetivos. A questão que se apresenta neste caso é: essas ações estão sendo morais? Em outras palavras, eu aceitaria que minhas ações fossem aplicadas a mim mesmo?
Realizar, construir é fundamental. Mas somente representará resultado em termos de consciência de realização se no caminho trilhado foram utilizados fundamentos morais. Do contrário o caminho precisará ser refeito, pois na consciência do ser a “ação moral” ganha a qualificação de objetivo a ser perseguido.
Nelson José Wedderhoff

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Sobre o Autor

Nelson José Wedderhoff

Nelson José WedderhoffEngenheiro Eletrônico; Professor Acadêmico na Faculdade Doutor Leocádio José Correia (FALEC); Coordenador de Grupos de Estudos Espíritas; e Conselheiro Editorial da revista SER Espírita.

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