[kads group="topo-1"]


Será que Jesus viria para nossas festas de fim de ano?

 

Por Flavia Zanforlim

Com a chegada do fim do ano, a energia calorosa do Natal vai tomando corpo e contagiando com a mensagem de amor, esperança e paz. Ao mesmo tempo, a correria não diminui nessa época, contraditoriamente ela fica ainda maior.
O corre-corre aumenta com a busca de presentes, artigos de Natal e a preparação da ceia natalina. Todos já sabem que vão encontrar shoppings e supermercados lotados, sem falar no trânsito das estradas ou a correria nos aeroportos. O consumo aumenta absurdamente, e os preços disparam… As praias ficam lotadas e, por vezes, até falta água. Ah, e também há aqueles que bebem e comem exageradamente!
Mas se parássemos para olhar esse quadro iríamos ver sem nenhum mistério que não estamos fazendo o Natal do jeito certo. Ainda mais se parássemos para pensar: o que Jesus quer de Natal? O que ele pensaria sobre a forma como nós preparamos o Natal todos os anos? Será que ele viria para o Natal? No nosso Natal Jesus Cristo está presente? Para que e para quem temos feito o Natal, afinal?
No fim das contas parece mais fácil fazer toda essa correria do que fazer um Natal de verdade. O Natal não nos pede nada sofisticado, não nos pede presentes, nem uma ceia farta, muito menos roupa bonita. O Natal nos pede algo mais precioso do que o dinheiro pode pagar. O Natal nos pede coragem. Coragem de ser quem nós somos e enxergar exatamente aquilo que a gente é, nem mais, nem menos (nem a pessoa mais santa, nem o pior criminoso); o Natal também nos pede coragem de não ir com a maioria das pessoas, de ter mais disciplina, ser menos exigente, de sair da zona de conforto e olhar para os próprios vícios tentando se modificar. O Natal de perdoar, de aprender, de ensinar, de olhar para as pessoas, de ouvi-las… e, principalmente, o Natal nos pede a coragem de amar.
O Natal acende no coração humano a luz do amor. Pois é símbolo vivo do amor eterno, incondicional, expresso pelo espírito que mais amou na Terra. A força desse amor está no conhecimento que o sustenta: o código moral cristão, que solidariamente Jesus compartilhou com a humanidade. Sua passagem na Terra foi um inestimável presente. E Jesus só pediu uma coisa durante toda sua vida na Terra: “Se me amais, guardai os meus mandamentos” (João 14:14,15).

Compartilhe: