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A consciência das minhas ideias

A consciência das minhas ideias

Eu, no caminho longo, distante,
fazendo a indagação do meu próprio eu.

Sou o homem triste, alegre,
o sorriso e o choro,
sem nunca perder a consciência de ser.

No aprendizado da caminhada, alcanço a deflexão,
o movimento, o caminho.
Conscientemente mudo direções, faço linguagens alteradas,
componho propostas diferenciadas.

Alcanço satisfações, vivo momentos de insatisfações,
sinto o poder extraordinário da harmonia na natureza,
mergulho no meu ser para me procurar.
No aprendizado do silêncio descubro sombras e luzes.
Consigo ser, em momentos variáveis, a diversidade da vida.

Sinto o pensamento, a direção do meu ser,
as relações com o meio, com o existente.

Tudo me parece às vezes absoluto, imutável,
para poder perceber de pronto que nada está parado,
que a indeterminação e a incerteza constroem,
pelo livre arbítrio de cada um,
a possibilidade do ser atingir graus diferenciados de
felicidade.

No meu recôndito,
na força que alcancei de vivenciar a fé no meu Creador,
o meu agir no mundo representa a minha consciência,
o meu sentimento, o contínuo aprender a ser.

Que interessante, na sucessão dos momentos,
as mudanças me dão a responsabilidade de alcançar
criticamente o sentido da evolução.

Componho convicções.
No exercício pleno da minha essência,
consigo ser verdadeiro em mim mesmo, em meu
próprio ser.

Aprendendo a imortalidade e a eternidade,
sou, na força da indeterminação e da incerteza,
o ser livre que se busca a cada minuto,
na dimensão do assentamento corporal, temporal,
espacial,
numa dinâmica absolutamente crítica de ser,
de nunca deixar de ser,
de viver e de plenificar permanentemente meu próprio
ser.

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