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A ESSENCIALIDADE DA MINHA CONSCIÊNCIA

A ESSENCIALIDADE DA MINHA CONSCIÊNCIA

Olhando o mundo faço a concepção do meu
próprio ser.
O instante é absolutamente dinâmico, fugidio.
Procuro retê-lo, quando percebo que já está
registrado.

O caminho é longo, os momentos se
sucedem.
Faço esperança, procuro dimensionar meu
ser através da minha consciência.
Sei que sou o que sempre fui, sem deixar de
ser nunca o que minha consciência é.

No processo da vida faço o reconhecimento
meditando no presente, com um braço no
passado e outro no futuro.
Com os dois braços, as pernas e a
inteligência, alcanço o meu próprio ser.

Na multiplicidade de cores, formas,
expressões humanas, linguagens, crenças,
avaliações, são tantos os vetores que
percebo que cada um representa uma
vertente da vida.

Aprendendo, transformando-me, busco
sempre a afirmação da minha identidade.
De instante a instante componho núcleos
críticos, intensamente coloridos, que
sinalizam meu ser ao diálogo com o meu
eu profundo e o meu eu exterior.

Na indissociabilidade entre o meu ser,
o mundo e as imagens, sou capaz de
alcançar, por instantes, fatos, momentos,
lugares, que apresentam luz e sombras,
representando sempre a minha história.
Sou a força do que sou, a consciência do
que quero ser.
Na existência, a afirmação plena de
alcançar a eternidade.

 

Texto extraído do livro
A essencialidade da minha consciência, em 06 de Novembro de 2015

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