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A expectativa, o meu ser

A expectativa, o meu ser

Na expressão da consciência, fiz a concepção das coisas,
das pessoas e do mundo.
Percorri alguns passos, lentos e trôpegos.
Percebi a diferença que se acentuava no avançar de cada
passo.

Busquei explicações no meu próprio ser.
Fiz consciência.
Reduzi consideravelmente o que enxerguei, o que vi.

Na consciência, foi difícil o experimento, dolorosa a
ação.
Fazia-se necessário renunciar para me afirmar, dizer ao
meu próprio ser que o caminho era outro.

No processo parecia que me diminuía, que o sofrimento
me anulava.
Na consciência, sentia o crescimento.

Havia em mim a extraordinária afirmação do possível,
que implementou o sentido da coragem.

Continuei fazendo a caminhada, o tráfego.
Não foi fácil, não foi difícil. Foi complexo, porque não
entendia os chamamentos, as distenções, a amplidão do
horizonte.
Queria sempre explicar tudo pela simplicidade, pelo
reducionismo.

Complicava cada vez mais, fazendo com que, na
diversidade, me sentisse perdido, desorientado, até que,
pela concatenação de idéias, o pensamento se firmou.
Pude separar, fazer entendimento do significante e do
assignificante.
Meu ser, no profundo do meu próprio ser,
consubstanciou-se proclamando a própria independência
de ser, para compreender, viver, sofrer e nunca deixar de
eternamente ser.

 

Texto extraído do livro
Na indagação, a descoberta do meu ser em 23 de maio de 2014

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