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A FORÇA DO BEM NA VIDA DO HOMEM

A FORÇA DO BEM NA VIDA DO HOMEM

É extraordinário perceber que quando se faz o bem desinteressadamente, aumenta em nosso ser o amor, a alegria, a compreensão, a auto-estima, a coragem, somos felizes.

Quando o homem faz autoconhecimento, percebe quantas boas ações podem ser feitas no mundo, se não houver a preocupação sobre quem receberá o mérito.

A compreensão, a consciência, da eternidade no Universo faz o homem experimentar o calor reconfortante da vida que advém da certeza absoluta da imortalidade.

A boa ação, o altruísmo elevado, a fé em Deus, o trabalho dedicado são procedimentos fundamentais e indispensáveis para o homem alcançar equilíbrio, alegria íntima em sua caminhada evolutiva.

O exercício do altruísmo elevado não aparece naturalmente, é resultado da consciência crítica do autoconhecimento, do esforço de disciplina pessoal, pois contraria o ego humano.

São poucas as experiências em que o homem sente, percebe, que são mais fortes do que a aprovação dos seus iguais. É triste perceber que grande parte da humanidade não vive a luz da espiritualidade, fazendo com que no cotidiano o homem anseie por gratidão, reconhecimento por aqueles atos que considere especialmente de caridade, de desprendimento e de nobreza. Quando o feito não merece reconhecimento, não é logo percebido pelos outros, aquele que tem necessidade de aplausos procura chamar a atenção, mostrar o seu comportamento, desfazendo toda a ação construtiva.

Fazer o bem anonimamente evita os desvios da vaidade, a angústia do orgulho e a sordidez da mentira.

O homem não deve esquecer que pelo processo reencarnatório está vivendo no local adequado para a formação educacional de sua pessoa. Na realidade, o homem deve se esforçar para compreender que é dentro do seu círculo existencial que ele encontra, com frequência, as melhores oportunidades para o aprendizado – ali, ele poderá, dignamente, fazer o auxílio oculto.

A espiritualidade no homem representa emoções de amor, ternura, caridade, fraternidade, esperança, consciência crítica do bem e fé viva no Creador.

O próximo é sempre chamamento para que o homem estenda as suas mãos, faça interação, perdoe, procure compreender, exista na humildade, se transforme, mude comportamento, ajude despretensiosamente.

Sem a consciência crítica do autoconhecimento, a escuridão não se transforma em luz, o amor em caridade, o estudo, a pesquisa, em conhecimento, o trabalho em evolução, a fé em Deus em alegria.

O trânsito terreno representa sempre escolaridade, lições, aprendizado, portanto é processo que permite que o ser inteligente faça nexo entre o que conhece com o que não conhece, vivendo em equilíbrio na diversidade do mundo.

Aquele que consegue fazer o bem em silêncio, sem almejar recompensa, compreende a máxima de Jesus Cristo “guardai-vos de fazer a vossa esmola diante dos homens para serdes vistos por eles”.

O homem espiritualizado cresce e contribui anonimamente, sempre.

 

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