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Como fica o livre-arbítrio do médium se ele só repassar informações dos espíritos sem usar sua razão e consciência?

Como fica o livre-arbítrio do médium se ele só repassar informações dos espíritos sem usar sua razão e consciência?

Os espíritos nos informam que no processo mediúnico não há absenteísmo, ou seja, o produto mediúnico, que pode ser uma mensagem escrita ou falada, por exemplo, é sempre produto da composição dos conteúdos do espírito e limitado pela prontidão do médium. O médium pode, portanto, filtrar ou adicionar ideias às mensagens que recebe. E é neste aspecto que existe algum risco. Quem sabe seja por isso que Moisés procurou “proibir”o contato com os espíritos; afinal, as pessoas simples e sem estudos daquela época podiam ser facilmente iludidas por aproveitadores. Será que isso mudou ao ponto de não haver mais razões para preocupação?

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