[kads group="topo-1"]


De tanto viver

De tanto viver

De tanto viver

 

Morreu…

de tanto viver.

Viveu…

Para muito aprender.

Aprendeu…

Que não era preciso o mal fazer.

Fez…

Um pouco de tudo até perceber.

Percebeu…

Que o objetivo estava no ser.

Foi…

Um pouco daquilo que o fez sofrer.

Sofreu…

Enquanto almejou somente o ter.

Teve…

Diversas chances para a si mesmo entender.

Entendeu…

Que auxiliando ao próximo, a si mesmo estava a prover.

Proveu…

Tudo o que pode pra o entorno acolher.

Acolheu…

A tantos necessitados quanto avaliou poder.

Pode…

Em muitos momentos o caminho fácil escolher.

Escolheu…

Conforme sua consciência para não se arrepender.

 

E foi assim que ele fez

Para viver uma existência de plenitude.

Não se entregou a nenhuma desfaçatez.

E satisfação encontrou amiúde.

 

Se ele falhou? Ah, falhou…

Mas corajosamente se reergueu e batalhou.

 

Toda vez que ele fraquejou

Os percalços contornou.

E desta maneira ele fomentou

Um pouco do bem em que se tornou.

 

Enfrentou tantos obstáculos

Angústias e frustrações

Mas aquilo lhe fazia mais forte.

Tal como combustível para grandes realizações.

 

Ao deixar essa existência carnal

Bem sabia que não era aquilo um final.

Seguiu como haveria de ser.

Com tranquilidade e serenidade,

Na plenitude do seu SER.

 

Rodrigo Fontana França 

 

 

 

 

Compartilhe:

Sobre o Autor

Rodrigo Fontana França

Rodrigo Fontana FrançaAdvogado e Coordenador de Grupos de Estudos Espíritas na Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas (SBEE) e no Centro Espírita Antonio Grimm (CEAG)

Todos os Posts de: Rodrigo Fontana França