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Dizer obrigado

Dizer obrigado

É maior a felicidade no processo de doação do que no de recepção…

É necessário que cada homem seja educado, que aprenda a aceitar, com amor, compreensão, algo doado, oferecido, sem transparecer ou sofrer constrangimento.

No transcurso da existência terrena é fundamental aprender a lição de doar e a de receber.

Quando o homem sabe aceitar com fraternidade, seja a oferta, um presente, seja a hospitalidade, a educação, o afeto, um olhar, um gesto, a instrução,
um serviço, uma gentileza, uma cortesia ou uma honraria, é porque ele alcançou graus de sociabilidade e de espiritualidade que o colocaram acima das vaidades da Terra.

O homem espiritualizado reconhece que é gratificante poder fazer o exercício de doação; no entanto, compreende que deve saber receber a oferta, com
generosidade, espírito público, sem sentir qualquer diminuição ou humilhação.

O religioso, o aprendiz do Evangelho de Cristo, tem o dever de fazer exercício de doação e de aceitação, não esquecendo que a mão fechada não pode
receber e nem doar, tampouco o pode a alma enclausurada.

Conhecer e fazer uso da suprema força evolutiva da doação, da vontade, da fraternidade, da recepção, na escolaridade da Terra, é viver intensamente o
sentido pleno da existência. Nunca devemos esquecer, entretanto, que são precisos dois seres humanos para uma dádiva, ou seja, quem doa e quem recebe.

Quem compreende o ato supremo da doação e da recepção é capaz de dizer consciente e corajosamente, sem hesitação, “Muito obrigado!”.

Aprenda a ser a luz, o amor, a sabedoria, a plenitude da justiça, e você será livre.

 

Trecho extraído da obra
“Serenidade o esforço silencioso do bem”

 

 

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