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Falando sobre motivação e confiança

Falando sobre motivação e confiança

Passamos uma parte importante de nossos dias em nossas atividades profissionais. Isso não é novidade, e também não é novidade que as políticas em torno da gestão do capital humano se aprimoram a cada dia; afinal, o ser humano evolui todos os dias. A sociedade é diferente a cada dia.
Mas algo segue igual nas organizações: a necessidade de realizar mais e melhor. E como sabemos que quem realiza é a pessoa, significa que segue a luta diária em fazer com que as pessoas façam mais e melhor, e que além disso elas se realizem, sejam felizes, mantenham-se saudáveis, etc.
Outro dia lendo alguns conteúdos publicados por Dale Carnegie (várias décadas atrás), deparei-me com uma afirmação com a qual concordei imediatamente. O autor apresenta o seguinte entendimento: “todas as pessoas querem ser importantes”. Podemos interpretar o termo “importante” de várias formas, mas me parece que a mais comum a todos nós é “ser útil”. Relendo então, todas as pessoas querem ser úteis.
Na atividade profissional, assim como em outras áreas, ser importante, ser útil, é ser significativo para uma atividade, um processo, uma equipe. Assim, entre outras coisas, o papel do líder é ajudar as pessoas a “serem úteis”, a “serem importantes” através do que fazem. E como todos somos líderes em um ou mais setores de nossas vidas, precisamos atender a esta demanda.
Mas, como fazer isso? Como ajudar as pessoas a serem úteis e, portanto, importantes? Já sabemos, ou já lemos ou ouvimos a respeito, mas por que não lembrar de algumas estratégias úteis?
– Ajudar no processo de autoconhecimento, de tal forma que cada um possa mais facilmente identificar suas convicções, suas habilidades, e assim aproveitá-las nas suas práticas cotidianas. As ações de recrutamento, seleção e orientação de carreira são ferramentas importantes para isso.
– Estabelecer processos claros e organizados, de tal forma que cada colaborador possa compreender o que se espera dele.
– Estabelecer processos construtivos de avaliação de desempenho e orientação profissional.
– Oferecer treinamento para que o colaborador tenha os recursos para atender as demandas de sua função.
Mas talvez um dos aspectos mais importantes seja: “confiar”, e deixar isso claro. A confiança é um valoroso instrumento para mostrar à pessoa sua utilidade e importância. Como nos sentimos quando confiam em nós?
Nelson José Wedderhoff

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Sobre o Autor

Nelson José Wedderhoff

Nelson José WedderhoffEngenheiro Eletrônico; Professor Acadêmico na Faculdade Doutor Leocádio José Correia (FALEC); Coordenador de Grupos de Estudos Espíritas; e Conselheiro Editorial da revista SER Espírita.

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