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Há alguma evidência da existência do espírito?

Há alguma evidência da existência do espírito?

O filósofo francês René Descartes, depois de muito debater se tudo não era uma ilusão, concluiu que: “cogito, ergo sum“. Segundo a tradução do espírito Antonio Grimm (em mensagens psicografadas pelo médium Maury Rodrigues da Cruz), Descartes quis dizer: “penso, logo sou”. Entendemos que o ter é temporário e o ser é permanente; não no sentido da não-mudança, mas no sentido da imortalidade. Se sou o corpo, sou temporário; se sou o ser que tem o corpo, sou o ser do ser humano. Assim, sou o descobridor, o ator e o portador do conhecimento que vou acumulando durante minhas experiências. Sou o ser vivo e inteligente que dá vida ao corpo, sentido ao aprendizado e às conseqüências da aplicação do conhecimento. Sou o espírito, alma, ânima, ká ou qualquer outro nome que os humanos possam dar ao ser que anima o corpo humano.

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