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Instante vertical

Instante vertical

A criança nascendo, a intensidade plena da vida nos movimentos, na
cor, na forma, na linguagem, no olhar, na verticalidade.

O crescimento gradual, o controle social.
A grande preocupação daquele ser em alcançar a independência do
movimento na verticalidade.

O instar permanente.
Cada faixa etária com significados, com perguntas, numa variabilidade
que faz a sustentabilidade para o próximo passo.

O espaço plástico, os movimentos, os seres inteligentes e as
linguagens.
O tempo se escoando, as feições da criança se acentuando.
O vestir, o calçar, o se alimentar, o fazer higiene, o buscar o regaço
materno.
Tudo em um complexo extraordinário de afirmação e de identificação
com a vida.

A imagística interna fazendo, no pensamento, a transdisciplinaridade.
A necessidade do próximo, as linguagens sociais, afetivas.
O exercício, o aprendizado, da ideografia dinâmica da Terra.
O subir, o descer. A evolução pelo conexismo, impossível de contê-la.

A criança sorri, chora, cai e levanta-se, buscando,
permanentemente, o pontual do seu próprio ser
vertical.
Descobre que é preciso aprender a ligar as coisas, umas
às outras.
Aprende valores, alcança o conceito do berço, do
nascimento.

A dor, o sofrimento, em alguns, o desprendimento e a
compreensão, em outros, na morte, no túmulo.
O aprender, o se transformar, ocupa lugar de destaque,
provando que tudo é movimento.

Aprende a fazer o exercício da coragem.
Vai, de afirmação a afirmação, dizendo a si mesmo que
é sujeito ativo, crítico, independente.
Nesta afirmação, faz a realização que não é plena na
Terra; carece de complementação.

Quer compreender o maior, o Creador. Faz lutas
internas.
São momentos infindáveis.
Sendo que quando é forte, se capacita para alcançar
o instante vertical e se transformar pelo amor, pela
busca da verdade, pela caridade, pela simplicidade,
pela fraternidade, revelando-se o ser no ser, sendo
a dimensão crítica da consciência que procura
compreender o ser, para plenamente realizar como ser,
na plenitude de todo ser.

 

Texto extraído do livro
Na indagação, a descoberta do meu ser em 30 de maio de 2014

 

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