[kads group="topo-1"]


Já li muito sobre o tema “desencarnes coletivos”, mas ainda tenho muitas dúvidas.

Já li muito sobre o tema “desencarnes coletivos”, mas ainda tenho muitas dúvidas.

Nossa mentalidade construída ao longo de milhares de encarnações sob o jugo da vingança, do “olho por olho” em lugar do perdão, leva-nos a crer que qualquer pessoa que desencarne por meio de uma morte acidental ou violenta estaria “pagando” por algum crime que cometeu no passado. O termo “resgate” procura sustentar essa ideia dando uma espécie de justificativa, semelhante ao resgate de uma dívida financeira, por exemplo. Os desencarnes coletivos buscam a justificativa de que Deus não permitiria que tantas pessoas morressem ao mesmo tempo, se não fosse da sua vontade. Mas sendo Deus infinitamente justo e bom, e sendo a Terra um organismo vivo sujeito a terremotos, furacões e tsunamis, indagamos: nestas situações seria pertinente considerar um Deus severo e punitivo em nossas análises? Não seria mais prudente tomarmos medidas preventivas, as quais nosso avanço cientifico já permite? Nós mesmos nos colocamos em algumas situações que podem provocar desencarnes coletivos.

Compartilhe: