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Juntos somos mais fortes!

Juntos somos mais fortes!

Uma das principais razões de nossa passagem pela Terra é a de colocarmos à prova tudo aquilo que já alcançamos em momentos pretéritos de modo que possamos, através da prática, demonstrar que o aprendizado foi de fato realizado.

Cabe aqui nos lembrarmos da lição reiteradamente trazida pelo Espírito Leocádio José Correia em preleções realizadas na Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas (SBEE) de que “aprender é modificar comportamento”.

Através daquilo que realizamos ao longo de nossa jornada, podemos demonstrar se de fato conseguimos alcançar aquelas virtudes inerentes às pessoas de bem, que muitas vezes acabam sendo bastante debatidas, mas – infelizmente – pouco praticadas.

Essa prática passa certamente por deixarmos o egoísmo e a competitividade de lado e procurarmos cada vez mais agir em prol da caridade, da abnegação e da renúncia voluntária. Muitas vezes acabamos por deixar de auxiliar naquilo que estaria ao nosso alcance, por entendermos (equivocadamente) que isso seria tarefa exclusiva do Estado, esquecendo que os atos dos governantes são reflexo direto da mentalidade dos governados. Aliás, mesmo naquilo que incumbe diretamente ao Estado, temos não só o dever como a obrigação de fiscalizar, cobrar e auxiliar no que pudermos.

Quem sabe ao invés de simplesmente reclamarmos e continuarmos passivos devêssemos nos preocupar em tentar agir assim como Gandhi, que nos exaltava a tentarmos ‘ser a mudança que gostaríamos de ver no mundo’.

Ao alcançarmos uma percepção mais profunda sobre a vida e as razões de ser de nossa existência, percebemos que não podemos esperar passivamente que as melhoras aconteçam. Devemos buscar, na medida do nosso possível, ser os capacitores que vão viabilizar as mudanças que tanto almejamos. Ou seja, talvez tão ou mais importante do que termos apenas ‘boas intenções’, seria buscarmos a todo momento as concretizar em ‘boas ações’.

Certamente não é por acaso ou coincidência que encarnamos nesse país em que ainda há tanto por fazer. Se aqui estamos, devemos nos conscientizar da responsabilidade que temos no sentido de fomentar um momento novo, de menos desigualdades e mais oportunidades.

Evidentemente que essa tarefa é árdua e que se for realizada por poucos, tornar-se-á um fardo muito pesado, difícil de ser carregado. Contudo, quanto mais pessoas se conscientizarem desse seu potencial latente de promover grandes mudanças em prol da causa da humanidade, menos tormentosas e mais rápidas serão essas mudanças. Já diz o conhecido ditado popular que ‘uma andorinha só não faz verão’. Mas, para continuarmos com a sabedoria popular, não podemos olvidar que ‘a união faz a força’.

A proposta que deixamos é a de começarmos a perceber a imensurável força que existe nessa comunhão de esforços em prol do bem. Que tal começarmos por buscar alguma obra social séria próxima de onde residimos e nos engajarmos em ajudá-la de alguma forma? Que tal semearmos essa mensagem de pró-atividade para nossos vizinhos, amigos e parentes para que possamos todos juntos engrandecer essas fileiras de amor ao próximo?

É chegado o momento de deixarmos de lado o banco de reservas e assumirmos a titularidade de nossas vidas e nossa sociedade e, mais do que qualquer outra coisa, percebermos que JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

Rodrigo Fontana França

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Sobre o Autor

Rodrigo Fontana França

Rodrigo Fontana FrançaAdvogado e Coordenador de Grupos de Estudos Espíritas na Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas (SBEE) e no Centro Espírita Antonio Grimm (CEAG)

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