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Na concepção, percepção e consciência, o ser

Na concepção, percepção e consciência, o ser

Nos pródromos da Terra, os caminhos, os viajantes,
cada um de per si, o ser.

No cotidiano, agruras, tristezas, reveses,
alegrias, contentamentos, a expressão do ser.

A procura contínua do mundo, das coisas, dos outros, o ser.

O poder, as suas linguagens, a estrutura e a organização,
os controles, o ser.

A inteligência, a razão, a racionalidade,
as operações mentais-espirituais, o ser.

Um olhar diferenciado de um para outro,
a afetividade, o amor, a afirmação do ser.

A diversidade, os conceitos variados,
a ciência, a filosofia, a religião, o ser.

A substancialidade da vida, os sucessos e os fracassos, o ser.

O entendimento, a coragem, o desbravamento,
a natureza, o aproveitamento, o ser.

Os tentáculos, a escuridão, as subidas e as descidas,
as indagações contínuas, o ser.

A luz, a cultura, a integração humana, a fraternidade, o ser.

Os mundos diferenciados, a mundanização de cada um, o ser.

As cores, as formas, os significados e as funções, o ser.

O perdão, o esquecimento, a harmonia, o ser.

As lutas no processo da reencarnação, o ser.

O envelhecimento, a dor, a separação, o desencarne, a
evolução, o ser.

Nas diversas dimensões, experiências, conotações,
as proposituras infinitas da mundanização.

Na composição do ser para o mundo,
do alcance do ser em si e do processo crítico do para si,
numa intensa e extensa consciência de pessoa,
sou o ser que, na dimensão do ser,
vive, sofre, evolui, cria, existe,
permanentemente expressando o que eu sou,
não mais nem menos do que o próprio ser.

 

Texto extraído do livro
Na busca do meu ser, a indeterminação e a incerteza em 18 de novembro de 2016

 

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