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Na incerteza, o ser construindo

Na incerteza, o ser construindo

O sujeito, partícipe ativo de todas as relações existenciais vivenciais
da Terra, está, a cada segundo, fazendo a
transformação de consciência.

A aspereza do ontem, do hoje, começa a alcançar a
suavidade do amanhã.
O difícil, o complexo, às vezes assustador, é capaz de
apontar caminhos.
Os chamamentos duros, pesados, os erros, representam a
seta do viajante evolutivo.

Quando na introspecção, a descoberta dos muitos, dos
poucos, do pequeno e do grande, tudo parece confuso. No
entanto, basta um olhar para a natureza e a visão interior
se transforma.
O momento exige atenção, recolocações, mas acima de
tudo, prudência.

As expectativas se renovam, faz-se a crise da
perseverança.

Que interessante! As perspectivas não são integrais na
visão das coisas.
Enxergamos, alcançamos o ver, não conseguimos fazer
unidade.

Desta forma, fazemos a sequência de pedaços,
compomos integração e, conjuntivamente, de dentro
para fora, fazemos compreensão.
Acomodamo-nos, construímos, percebemos que as
coisas e que toda a dimensão da Terra, num sentido de
natureza e de cultura, estão, como o pensamento, em
permanente movimento.

Nesta luta de procurar equilíbrio, numa visão ético-estética,
descobrimos que só é possível alcançar um
estágio nocional maior do que somos, onde estamos e o
que fazemos, quando nos conhecemos.

Tudo fica mais claro, pois nos iluminamos, de dentro
para fora, num chamamento que desperta em nós toda
a potencialidade do nosso próprio ser.

 

 

Texto extraído do livro
Na indagação, a descoberta do meu ser em 04 de abril de 2014

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