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NAS ESTRADAS, O CONTÍNUO CAMINHAR

NAS ESTRADAS, O CONTÍNUO CAMINHAR

Cada um de nós, no interminável processo
evolutivo, buscando a autenticação do que
somos.
Os caminhos são difíceis, tortuosos,
alguns pavimentados, outros em péssimas
condições.
A nossa consciência está sempre compondo
a ordem de não parar.
Portando, na dinâmica de se buscar, de fazer
a verdade, de ser, implementamos coragem
e força. Choramos e sorrimos. Nascemos e
morremos. Sofremos e fazemos alegria.

A diversidade é tão intensa e extensa, atinge
a todos.
As indagações se sucedem. A crise
existencial alcança, em cada um de nós,
momentos agudos.
Quem sou, de onde vim, para onde vou?

Nos caminhos encontramos alguns desesperados,
enquanto dialogamos com homens sóbrios.
A interação pelos sentidos se faz com todos:
crianças, adolescentes, jovens, adultos, velhos,
sadios e doentes.
O olhar de cada um revela, a nós, o ser.

Algumas vezes tivemos a experiência de ouvir
lamentos, gritos, desesperos. No processo da ajuda
aprendemos.
Fazendo compreensão, alcançamos o nosso
próprio ser.

No difícil estágio de aceitação da dor e da alegria,
nas lides da Terra, buscamos sempre a força, a
integração, de compaginar a vida com todos os
valores.

Nascemos e morremos todos os dias.
A humanidade continua sempre num processo
crítico de viver a mentalidade construída por todos.
Na dimensão do tempo, no espaço plástico, fui,
continuo sendo, a consciência de que sempre fui.

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Texto extraído do livro
A essencialidade da minha consciência, em 30 de Outubro de 2015

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