[kads group="topo-1"]


NESTE DIA DOS MORTOS QUERO, COMO “MORTO”, ACONSELHAR OS VIVOS

NESTE DIA DOS MORTOS QUERO, COMO “MORTO”, ACONSELHAR OS VIVOS

A verdade é a expressão legítima de Deus no homem.
O materialista treme, chora diante da morte, como uma tempestade horrível que tudo destrói, tudo acaba.
O espiritualista compreende a morte como um processo, um meio de evolução.
O materialista adora a si mesmo, fazendo apologia da sua própria decomposição.
O espiritualista sabe que tudo na Terra é transitório, por isso vive o espiritual que é o amor, justiça e liberdade.
O materialista é produto de condicionamentos materiais.
Nasceu do medo, do faz-de-conta, portanto vive sem perspectivas, esconde-se nos abrigos precários da matéria.
O espiritualista se fortifica a cada nova situação, pois sabe que não há efeito sem causa.
No seu cotidiano, a fé em Deus traduz a verdade da vida, antes da experiência.
Meu amigo,
O desencarne é sempre um novo começar a ser o que eternamente somos: espírito.
Hoje é o dia em que os vivos materiais lembram dos “mortos” espirituais.
Quero dizer-lhe, como espírito, que para o espírito o espiritual é tudo, é o infinito, é Deus. O material é transitório e finito.
Caro irmão,
Se você quer homenagear os seus mortos, faça-o através do espírito, com pensamentos bons, construtivos, com a força da prece.
Se você tiver vontade de materializar os seus sentimentos, faça-o através do seu próximo imediato, em nome do seu morto mediato, transformando o dinheiro que compraria flores a túmulos pomposos em pães e remédios para a boca dos pobres, em cuidados para os enfermos, educação para os órfãos, amparo para os velhos, enfim, em ajuda para os carentes.
Assim, sua comunicação com os mortos seria de amor, alegria, fé, participação.
O amor está em todo o Universo, está dentro de cada um de nós.

 

Texto extraído do livro “No Cenário da Vida”

Compartilhe: