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No processo evolutivo, o contínuo do ser

No processo evolutivo, o contínuo do ser

Os seres vivos, o homem, os séculos, os milênios,
a evolução da inteligência.

Os símbolos, as linguagens, os sinais.
A significação da cultura.

A organização, a ordem, o controle de uns sobre os outros.
A religião, o domínio do absoluto que foi, ao relativo,
do relativo à liberdade do pensamento.

As aldeias, as cidades, os coloridos,
a linguagem escrita, as constituições políticas.

O homem, o poder, as distinções.
O incrível sentido de dominar.

As invenções, as guerras, a tecnologia e as armas de matar.
O medo, as fugas, as massas humanas em desespero.
A desordem, a morte, a negação da vida.
As dependências por vícios, a destruição química.

O homem e a mulher se afastando,
a dificuldade de se falar em amor, em autenticidade, em fé.

A revolução industrial, a tecnologia, os desencontros.
A universidade resistindo ao tempo,
o conhecimento marcando a luz dos dias.

Muitos, caminhando sem destino.
Alguns, procurando o suicídio,
outros, pontuando a linguagem maravilhosa da vida.

A Terra respondendo e fortalecendo a vida.
A maravilha do dia e da noite.
O amanhecer e o entardecer.

A presença do Creador no homem,
A faculdade mediúnica, quando consciente em alguns,
se transformando em luz, sol, esperança,
credibilidade na imortalidade, na eternidade.

O homem, os diversos caminhos.
A certeza de que nada se perde,
o aprendizado tudo transforma, evolui.

 

 

Texto extraído do livro
Na busca do meu ser, a indeterminação e a incerteza em 05 de agosto de 2016

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