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O pensamento, a complexidade, a consciência do ser

O pensamento, a complexidade, a consciência do ser

Na autoavaliação sempre percebo que sou o ser que tem
consciência da sua expressão de ser no espaço.

Olho para os outros, percebo nitidamente que há uma
igualdade que nos diferencia.
Parece paradoxal, mas nos dá a identidade que promove, em
cada um de nós, a própria singularidade de ser.

Somos um que, na consciência do ser, na dimensão da
imanência do Creador, somos todos, sem nunca deixar
de fazer a expressão da identidade que nos diferencia
integralmente de todos, dando a cada um de nós um
significado, uma forma, uma expressão, para nos
qualificarmos, aprendermos, e, assim, no conjunto, mesmo
sendo diferentes, apresentamos uma similitude, um
diferencial que nos iguala.

No processo evolutivo, do nascimento à morte, há em
cada um de nós, pelos registros existenciais, a força da
nossa consciência.
Não deixamos nunca de ser as nossas experiências.

Para patentear, engrandecer e promover estamos sempre
procurando a liberdade. Sem ela, a vida fica sem sentido.
Na sua presença crescem as responsabilidades.

Dias, horas, minutos e segundos, a nossa consciência
procura intensamente aquilo que faz a representação
plena do seu ser, que é o amor, que poderosamente
nos ilumina nos caminhos que escolhemos, que nos
direcionamos, nos estágios do processo de vida em que
estamos vivendo.

O ser, na unidade da imanência, é o ser que está sempre
a proclamar, a gritar, a dizer, sou livre.

 

Texto extraído do livro
Na indagação, a descoberta do meu ser em 11 de abril de 2014

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