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O que a vida quer de mim?

As evidências parecem indicar que a chave não está em descobrir o que a vida quer de nós; mas sim, o que nós queremos da vida. Tal afirmação é baseada em um dos princípios espíritas, chamado livre-arbítrio. A história recente de cada pessoa, por outro lado, demonstra que nem tudo acontece de acordo com o que nós queremos. Isso indica que há um grau de relatividade no livre-arbítrio. Uma parte dessa relatividade tem a ver com o fato de vivermos em sociedade, onde nossas ações influenciam a vida de outras pessoas e vice-versa; outra parte pode ter a ver com os efeitos do choque entre nossas ações e as leis naturais. É claro que se soubéssemos as consequências de nossos atos, dificilmente faríamos algo que pudesse nos prejudicar mais tarde. O problema é que há vezes em que não pensamos nas consequências o quanto deveríamos. Olhe em volta e você verá pessoas fumando, bebendo, alimentando-se de maneira equivocada, usando drogas, dirigindo de maneira irresponsável, etc. Tudo isso parece indicar que, além de não sabermos as consequências de certos atos, há vezes em que, mesmo  sabendo, decidimos aceitar o risco de ações perigosas. Há situações em que enfrentamos as consequências dos nossos atos na mesma encarnação. Mas há vezes em que isso pode ocorrer em outra oportunidade. Não se trata de castigo. Pois Deus, sendo amor, não há de querer fazer sofrer seus filhos amados. Contudo, assim como o pai que permite que a criança sofra pequenas quedas no seu processo de aprender a andar, Deus também deve permitir que aprendamos com nossos próprios erros. É importante entender: não somos seres materiais que irão viver uma experiência espiritual; somos seres espirituais, vivendo mais uma experiência material. Uma entre milhares.

 

 

 

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