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O ser, a história, as descobertas

O ser, a história, as descobertas

O espírito sendo e nunca deixando de ser o próprio ser,
é a permanente afirmação da substância do que é.
A sua linguagem o revela na expressão daquilo que
pensa, na direção em que se encaminha.

Sendo o conhecimento, está sempre em movimento.
Nesta dinâmica há encontros e desencontros.

Na Terra, todos estão permanentemente construindo e
desconstruindo.
Neste processo interminável, cada um, na
individualidade do seu próprio ser, aprende a fazer e a
desfazer, a falar e a calar.
As etapas são críticas, muitas vezes dolorosas. Todas
representam transformações, integração com a unidade
da vida.

O ser, na sua dimensão profunda, substancial, de
querer saber o seu próprio ser, se debate, procura,
caminha, se aproxima e se distancia dos outros, fala,
faz variadas expressões de símbolos.

Está sempre pronto a observar, a fazer juízo crítico, a
processar os resultados.
Portanto, podemos dizer que nada, em nenhuma
circunstância, poderá destruí-lo, aniquilá-lo,
diminuí-lo.

Ele terá que administrar o seu interior, que é o peso
da sua consciência, na sua visão profunda de certo e
errado.
Só assim ele se refaz todos os momentos, não
perdendo nunca a extraordinária faculdade de
alcançar fragmentos dos acontecimentos, fazer
perspectivas e estar sempre pronto para recomeçar
incansavelmente a sua própria evolução.

 

Texto extraído do livro
Na indagação, a descoberta do meu ser em 21 de março de 2014

 

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