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O ser, a incerteza, a indeterminação

O ser, a incerteza, a indeterminação

No caminho, o meu interior e o meu exterior
gritam por independência.

Procuro falar a linguagem do mundo.
Sufoco no meu ser a afirmação do que sou.

Nego para me afirmar.
Sofro constrangimento pessoal da deficiência da
coragem.
Sou e não sou, sendo sempre o ser.

A indecisão me enfraquece, debilita-me.
Recobro a certeza da vida
na incerteza aprendida no meu próprio ser.

No campo da substancialidade sou a felicidade,
a alegria, a dor e o sofrimento, a luz e a escuridão.

Os momentos se sucedem.
Repito, no pensamento,
linguagens que produzem significações no meu ser.

Reafirmo a minha intimidade.
Suporto, com clareza e mais disposição, o
diverso,
o estranho, o diferente.
Percebo que na infinidade da diversidade há
unidade.

Alcanço, de dentro para fora, algumas
explicações.
Faço releitura do mundo.
Recobro o sentido do meu próprio ser.

Na força crítica da indeterminação e da
incerteza,
redescubro a grandeza do meu ser,
evoluindo, sendo,
expressando a essência e a
substancialidade do que sou.

Sou o meu livre-arbítrio, a linguagem plena
da liberdade de ser.
Sou feliz na felicidade consciente do meu
próprio ser.

 

Texto extraído do livro
Na busca do meu ser, a indeterminação e a incerteza em 19 de agosto de 2016

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