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Ontem, hoje, a visão de futuro

Ontem, hoje, a visão de futuro

No peso, nos limites sensoriais, o mundo: o interior e o
meu exterior.

Indagações, flutuações do pensamento, ansiedades,
alegrias, invocações, acertos, contrariedades. A plenitude
do ser na diversidade.

Cada um, cada homem, sendo o sujeito independente, o
responsável pela sua própria consciência, o sobrevivente
de todos os seus dias, experiências, vontade, imaginação,
alcances, portanto, o resultado crítico do pensamento e
das ações.

O fazer e o não fazer, o buscar, o deixar de buscar, o
sorriso, a alegria, a tristeza, a dor, a riqueza, a pobreza.
Tantas variáveis na Terra, sem nunca afetar a essência do
ser.

São vivências que promovem transformações, que alargam
a visão, que dimensionam o pensamento, que estruturam
o caráter, que criam, fazem expressão das relações do ser
com a corporeidade e a mundaneidade.

O invisível, o visível, as linguagens diferenciadas buscando
afirmação e identificação.
O meu eu, a minha voz, a concepção, a percepção e a
consciência do meu próprio ser.

A liberdade, a fraqueza, a luz, os tentáculos da escuridão.
O que é muito e o que é pouco.

A cada momento, um diferencial que faz de cada um a sua
dinâmica na expressão da coragem.
Do reencarne ao desencarne, tantas experiências, tantos
chamamentos.

Vozes diferenciadas, locuções, evocações, fazendo de
cada um, na dimensão de tempo e do espaço, o ser que,
pela força da imanência, se descobre afirmando sempre,
essencialmente, o seu ser no trânsito evolutivo, num
processo sempre intenso de não perder nunca os registros
de todos os acontecimentos que frutificaram no decurso do
seu existencial-vivencial.

Texto extraído do livro
Na indagação, a descoberta do meu ser em 25 de abril de 2014

 

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