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Repensando o Voluntariado

Repensando o Voluntariado

Há algumas semanas, em um grupo de estudos, uma das participantes trouxe um pensamento muito interessante. Seria de uma consultora em gestão estratégica de pessoas. Ela propôs a seguinte reflexão: “que trabalho você estaria disposto a fazer sem receber recompensa financeira?”.
Essa reflexão é muito importante pois nos ajuda na (às vezes complexa) identificação de nossas convicções, daquilo que acreditamos que deve ser realizado em nossa sociedade. E é justamente nossas convicções que nos levam ao trabalho voluntário, ou seja, onde não há recompensa financeira… mas que nos traz tantas outras que não são mensuráveis por referenciais da matéria.
A importância do trabalho voluntário é conhecida; mas como sociedade avançaremos ainda muito no quanto nos dedicamos a ele. Isso porque, para sermos voluntários, existem alguns pré-requisitos:
– Precisamos reconhecer em nós a importância da outra pessoa.
– Precisamos identificar nossas convicções, e nos fortalecermos e estruturamos para vivê-las na prática.
Quando identificamos uma convicção e conseguimos colocá-la em prática nos realizamos, o que significa felicidade. Com isso, a ação voluntária passa a fazer parte do significado de nossas vidas, sendo vista como “algo que queremos fazer”, e não como “algo que temos que fazer”.
Ser voluntário é algo que todos queremos ser… mas que talvez ainda não tenhamos percebido.
Nelson José Wedderhoff

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Sobre o Autor

Nelson José Wedderhoff

Nelson José WedderhoffEngenheiro Eletrônico; Professor Acadêmico na Faculdade Doutor Leocádio José Correia (FALEC); Coordenador de Grupos de Estudos Espíritas; e Conselheiro Editorial da revista SER Espírita.

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