[kads group="topo-1"]


Será que devemos ter contato com espíritos neste plano em que vivemos?

Será que devemos ter contato com espíritos neste plano em que vivemos?

Tenho absoluta convicção sobre a reencarnação, da herança que recebemos e do que levaremos para o futuro. Mas será que devemos ter contato com espíritos neste plano em que vivemos?
Se olharmos o Espiritismo como estudo, o entendimento e a prática dos princípios da Doutrina Espírita, e a Doutrina Espírita como os princípios que Allan Kardec obteve através dos espíritos orientadores, podemos perceber que este contato teve iniciativa por parte dos espíritos e sua finalidade é revelar que a vida continua e que há leis naturais que precisamos compreender. É muito importante que, nós espíritas, mantenhamo-nos alertas para evitar a manutenção de “conceitos datados”, evitando, assim, que o Espiritismo se congele no tempo e perca seu valor iluminador.
Veja a evolução de três ideias:
1 – “Fora da Igreja Universal não há salvação” ⎯ Concílio de Latrão, 1215 (essa ideia foi verdadeira por um tempo, quando a credibilidade da Igreja da época funcionava como exemplo e freio moral);
2 – “Fora da caridade não há salvação” ⎯ Kardec, 1864 ⎯ O Evangelho segundo o Espiritismo;
3 – “Fora da caridade não há evolução”, pois o Espiritismo não é salvacionista, é iluminador ⎯ citação do espírito Antonio Grimm (um dos orientadores da SER Espírita), em 2005, por meio de psicofonia do médium Maury Rodrigues da Cruz.
O contato não é imprescindível, mas, de tempos em tempos, é possível que apareçam médiuns pontuais, que com a ajuda de alguns espíritos nos ajudam a rever a direção que precisamos seguir.

Compartilhe: