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Somos totalmente livres?

Somos totalmente livres?

Diz o ditado que quando é para ser não adianta!

Esta expressão popular reforça a ilusão de que há destino. Contudo, se tudo estivesse predeterminado, onde estaria a justiça de colher as consequências de eventos sobre os quais não tivemos controle? Ou de não colher os efeitos dos atos que fizemos conscientemente?

Quando não fazemos as ligações entre causa e efeito é comum acharmos que nossa liberdade é relativa, quando de fato, nossa liberdade de pensar é absoluta e inviolável. Podemos até ser presos, mas nosso pensar será sempre livre. Apenas devemos lembrar que uma vez a bordo e em voo, nossa liberdade de descer da aeronave está condicionada à chegada no próximo aeroporto.

Paulo Wedderhoff

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Sobre o Autor

Paulo Henrique Wedderhoff

Paulo Henrique WedderhoffAdministrador; Professor Universitário na Faculdade Doutor Leocádio José Correia (FALEC); e Conselheiro Editorial da revista SER Espírita.

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