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Sujeito livre

Sujeito livre

Um olhar que vaga na complexidade policrômica.
Um homem triste que fala sem saber o que diz.

Crianças que, no treinamento da vida, fazem a expressão
crítica de aprender a ser.
Homens, mulheres, crianças, jovens, adultos, velhos,
todos no movimento de fazer, de dizer, de alcançar
alguma coisa.
Alguns estão tão absortos e tão diluídos que não reparam
o mundo, outros estão sempre se negando, enquanto
alguns se afirmam.

A escalada para ser livre é dolorosa.
A grande luta é de dentro para fora.
No conjunto, os reconhecimentos se diferenciam em
torno dos interesses.

O materialismo faz vítimas, desintegra vidas.
Há uma força colonizadora que, impiedosamente, diminui
e desintegra o homem do curso da vida.

Tudo está territorializado, vale por espaços.
É interessante perceber a força da ausência do homem
no homem, do espírito na matéria, da alma no corpo.
O amor representa frações que se diluem sem operar os
benefícios da iluminação.

Quando não há o indivíduo livre, há permanente
sedução pela colonização e pela territorialização.
Pela falta de compreensão do seu próprio ser, o homem
deixa de ser; o sujeito não é, o seu presente não lhe
permite fazer presença.

Tudo fica nebuloso, escuro, sem sentido. Assim, é
preciso que o ser humano, na dimensão do tempo e do
espaço, tenha a consciência plena de ser livre.

 

Texto extraído do livro
Na indagação, a descoberta do meu ser em 14 de março de 2014

 

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