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Tenho tentado engravidar, mas não tem dado certo. Por que não posso ser mãe?

Ao estudarmos a Doutrina Espírita entendemos que não há injustiça. Deus é a causa primária de todas as coisas, justo e bom, e que não concede dons ou aplica castigos. Com base nisso podemos entender que tudo o que vivemos é natural, inclusive a circunstância que você está vivendo. Apresentamos este conceito para que sirva de instrumento para a serenidade, a paciência, a resignação, a compreensão. A paternidade e a maternidade significam, entre outras coisas, servir a alguém. Neste caso, a um outro espírito, que por identidade de circunstâncias e necessidades, reencarna em um determinado grupo familiar. Assim, ser pai ou ser mãe é, entre outras coisas, servir a um espírito irmão em seu processo evolutivo. Mas o “ser útil” pode ser alcançado de diferentes formas. Por exemplo: sabemos que a ponte que conduz a ideia da adoção é longa e difícil, mas será que depois de algumas tentativas, não valeria a pena avaliar este caminho? Ser mãe biológica é muito importante, mas sabemos que somos pais biológicos do veículo físico que abriga temporariamente o espírito que encarna sob nossa responsabilidade. Também são pais aqueles que se dedicam a orientar e iluminar o caminho de um espírito que habita um corpo não gerado pelos pais biológicos. O amor é idêntico. Assim como aprendemos a amar uma pessoa que entra em nossa vida e depois nos casamos, ocorre o mesmo com um filho ou filha adotiva. São os chamados filhos do coração. Imagine o valor de alterar positivamente a trajetória de uma criança que sem sua ação poderia não ter um lar, carinho de pais, oportunidade de estudar, para um dia, quem sabe, ser ainda mais útil a outras pessoas.

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